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o trompetista gago: :reuben


armas incidentais e narrativas

1. Enquanto durmo sonho com acidentes domésticos. Há dias. Sexta-feira à noite, acordado, acidente de trânsito. Não que isso vá me fazer dar algum valor ao lixo de meu inconsciente. Haverá matéria-prima mais barata que o sonho, Jeguerê?

2. Estou vivo.

3. Um amigo atirou no próprio pé. Isso não é literatura.

4. Talvez ampute.

5. 'As histórias nunca se resolvem. A publicação de uma história é como uma fotografia da história'. Foi o Daniel Galera quem falou.



Escrito por quem gritou foi o reuben às 00h29
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A unha resseca como papel, a carne estoura. Incenso sabor churrasco.

 

A unha enegrece, o pavio está aceso. As unhas. Acende uma a uma. Como num aniversário de 5 anos e velas cor de rosa. Incenso sabor carne.

 

Ignora a convulsão. Doma o fogo. Na altura do pulso.

 

Como num aniversário de 5 anos e uma vela só pavio.

 

Doma o fogo na altura do pulso, o cheiro de incenso impregna o banheiro. Afoga a chama na banheira cheia.

 

Sssssssssss. Um escritor visceral.



Escrito por quem gritou foi o reuben às 21h35
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work in progress

Eu também tive um sonho esquisito.

(silêncio)

Eu estou no metrô. Completamente nua, aí o VACILO aparece. Ele chega e toca um de meus mamilos com o indicador.

(silêncio)

ALIJO aparece em seguida. Aproxima-se. Toca outro de meus mamilos com o indicador.

(silêncio)

Então você aparece. Mais velho e mais forte. É você sim. Prende com algumas palavras meus cabelos e toca meu terceiro mamilo. Com o indicador.

(silêncio)

Você lembra o que disse?

O quê?

Eu sei que você lembra.

(silêncio)

(silêncio)

Nada mais é sonho daqui em diante. Ou pesadelo.

Sim, e também: Depois De Hoje Ninguém Mais Dorme.

(silêncio)

Depois dormiu pesadamente, até agora. E nunca mais vai dormir.

Não foi (silêncio)

Sonho? Eu não sei.

(silêncio)

Mas daqui em diante eu sei.

Não há sonho. Ou pesadelo.

Não esqueça.

(silêncio)

(silêncio)



Escrito por quem gritou foi o reuben às 12h11
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